
Sinto-me totalmente bloqueado. Sinto que perdi capacidades cognitivas. Se, outrora, me haviam apelidado de "caro", tendo em conta o vocabulário por mim utilizado, então a época de saldos fez-me mal, considerando-me já em liquidação total.
Humor aparte, tal preocupa-me. O porquê de me sentir assim? Após uma dezena de respostas me surgirem, só encontro uma razão plausível, não querendo dizer que seja (minimamente) credível. Tendo em conta os acontecimentos recentemente passados, o meu cérebro sofreu uma mutação, após uma grande injecção de futilidade, mesquinhez e egocentrismo. Tais "ingredientes" (nefastos) sobrepuseram-se à inteligência, capacidade de consciencialização, astúcia e perspicácia.
E QUE REINE O ANARQUISMO E A DESORDEM!
Ora, e já que todos nós gostamos de "evoluir" (não sabendo, por vezes, que estamos a caminhar para o inverso), o meu cérebro não foi excepção, ordenando, actualmente, que o denominem Sr. Aristoautocrata.
Estou disposto a abdicar (um pouco que seja) desse absolutismo e recuperar algumas das minhas, saudosas, capacidades. Será possível tal conjunção? Acredito que sim. Contudo, agradeço que este efeito congelante passe o mais rapidamente possível antes que enlouqueça e me torne n'algo bem pior (seguindo a máxima do povo português: "Podia ser pior").
Por fim, questiono-me: a perda de sensibilidade provoca perda de lucidez cognitiva e insuficiente capacidade de pormenorização?
Cumprimentos,
Devan
Humor aparte, tal preocupa-me. O porquê de me sentir assim? Após uma dezena de respostas me surgirem, só encontro uma razão plausível, não querendo dizer que seja (minimamente) credível. Tendo em conta os acontecimentos recentemente passados, o meu cérebro sofreu uma mutação, após uma grande injecção de futilidade, mesquinhez e egocentrismo. Tais "ingredientes" (nefastos) sobrepuseram-se à inteligência, capacidade de consciencialização, astúcia e perspicácia.
E QUE REINE O ANARQUISMO E A DESORDEM!
Ora, e já que todos nós gostamos de "evoluir" (não sabendo, por vezes, que estamos a caminhar para o inverso), o meu cérebro não foi excepção, ordenando, actualmente, que o denominem Sr. Aristoautocrata.
Estou disposto a abdicar (um pouco que seja) desse absolutismo e recuperar algumas das minhas, saudosas, capacidades. Será possível tal conjunção? Acredito que sim. Contudo, agradeço que este efeito congelante passe o mais rapidamente possível antes que enlouqueça e me torne n'algo bem pior (seguindo a máxima do povo português: "Podia ser pior").
Por fim, questiono-me: a perda de sensibilidade provoca perda de lucidez cognitiva e insuficiente capacidade de pormenorização?
Cumprimentos,
Devan
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